Você é a dona da minha vida
Me comanda e me engrandece
Sabe tudo de mim
Me domina, me enriquece
Quando necessito de ombros
Os seus estão me esperando
E em cada lágrima de choro
Seus afagos vão me acalmando
Dizer simplesmente te amo
Não é o que ao mundo proclamo
Digo muito mais que isso
E a cada dia passado
Muito mais apaixonado
A você muito me ligo
Jose Luiz Paiva
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008
Reação
Nos meus dias de solidão
Via as estrelas passarem
Sem entendê-las.
Nos meus dias de solidão
Via as noites mais escuras
Sem entendê-las.
Nos meus dias de solidão
Pensava estar acabado
Para os meus dias.
Nos meus dias de solidão
Não resisti
E reagí.
A solidão dos meus dias se foi
Pela reação
Da minha solidão.
Jose Luiz Paiva (06 de fevereiro 2008)
Via as estrelas passarem
Sem entendê-las.
Nos meus dias de solidão
Via as noites mais escuras
Sem entendê-las.
Nos meus dias de solidão
Pensava estar acabado
Para os meus dias.
Nos meus dias de solidão
Não resisti
E reagí.
A solidão dos meus dias se foi
Pela reação
Da minha solidão.
Jose Luiz Paiva (06 de fevereiro 2008)
terça-feira, 5 de fevereiro de 2008
Diálogo ao amanhecer
De manhã
Bem cedo
As pessoas passam.
Bom Dia
Dona Maria!
E os filhos?
Estão bem,
Trabalhando.
E a filha?
Casou
Engravidou
Vem um neto.
Deixe-me ir
Que a hora passa
E o trabalho
Não espera.
Até amanhã!
Jose Luiz Paiva
Bem cedo
As pessoas passam.
Bom Dia
Dona Maria!
E os filhos?
Estão bem,
Trabalhando.
E a filha?
Casou
Engravidou
Vem um neto.
Deixe-me ir
Que a hora passa
E o trabalho
Não espera.
Até amanhã!
Jose Luiz Paiva
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008
Nuances
Como é lindo o amanhecer da minha terra
Que fica junto ao pé da serra. O vento soprando leve
tocando rapidamente a pele. O sol por sobre a mata
qual uma vermelha manta. Tudo isso a Deus se deve.
Os amores de minha infância,
Talvez só coisa de criança marcando fundo minh’alma.
E numa profunda calma em que rege a tolerância
traz consigo a abundância do cantar da passarada.
A tristeza de dizer adeus um dia;
Um gemer, uma agonia em deixar o que há de mais belo;
Aquele amor sincero, aos animais, à minha gente amiga
Abriu funda a ferida, mas voltar ainda espero.
Hoje aqui distante desse pedaço do céu,
Num suspiro como fel que me amarga o coração
Peço a Deus em oração, à mãe; senhora com seu véu
Que seja sempre fiel, não nos deixe perder a tradição.
Minhas malas estão prontas, fechadas ale naquele canto.
Vou até cair em pranto, porque hoje devo voltar
Pra correr, passear, visitar cada ponto
Promover meu encontro com os amigos do lugar.
Jose Luiz Paiva
Que fica junto ao pé da serra. O vento soprando leve
tocando rapidamente a pele. O sol por sobre a mata
qual uma vermelha manta. Tudo isso a Deus se deve.
Os amores de minha infância,
Talvez só coisa de criança marcando fundo minh’alma.
E numa profunda calma em que rege a tolerância
traz consigo a abundância do cantar da passarada.
A tristeza de dizer adeus um dia;
Um gemer, uma agonia em deixar o que há de mais belo;
Aquele amor sincero, aos animais, à minha gente amiga
Abriu funda a ferida, mas voltar ainda espero.
Hoje aqui distante desse pedaço do céu,
Num suspiro como fel que me amarga o coração
Peço a Deus em oração, à mãe; senhora com seu véu
Que seja sempre fiel, não nos deixe perder a tradição.
Minhas malas estão prontas, fechadas ale naquele canto.
Vou até cair em pranto, porque hoje devo voltar
Pra correr, passear, visitar cada ponto
Promover meu encontro com os amigos do lugar.
Jose Luiz Paiva
domingo, 3 de fevereiro de 2008
Eras
Eras meu aconchego
Nos cansados dias
Em que precisava de ti
Para sufocar minha idiotice.
Eras meu aconchego
Para guardar no silêncio
Os assuntos sem importância
Que insistia em trazê-los
Com sua paciência
Ganhastes minha vida.
Terás que suportá-las para sempre.
Nos cansados dias
Em que precisava de ti
Para sufocar minha idiotice.
Eras meu aconchego
Para guardar no silêncio
Os assuntos sem importância
Que insistia em trazê-los
Com sua paciência
Ganhastes minha vida.
Terás que suportá-las para sempre.
sábado, 2 de fevereiro de 2008
Priscila
(Minha Filha)
Esse teu sorriso é tão puro
Que me tira a razão
Em meus dias sérios.
A cada passo te agarro
Pensando que num tropeção
Você possa cair, e em delírio
Me vejo de arrasto no chão
Rolando como que fugindo
Desesperado de uma armadilha,
E quando penso que escapei, tua mão
Me agarra quase ferindo
Meu tímpano com sua gargalhada.
Eu vivo você o dia inteiro
Às vezes me enrosco no seu abraço
Você é minha musa, minha amada.
Mesmo quando puxa meu cabelo
Se envolve em meu pescoço, como laço,
Será sempre adorada.
Sei que vai crescer
Talvez não me procures mais
Terá vida independente
Mas para mim será
Sempre a doce pequenina
Minha criança contente.
Jose Luiz Paiva
Esse teu sorriso é tão puro
Que me tira a razão
Em meus dias sérios.
A cada passo te agarro
Pensando que num tropeção
Você possa cair, e em delírio
Me vejo de arrasto no chão
Rolando como que fugindo
Desesperado de uma armadilha,
E quando penso que escapei, tua mão
Me agarra quase ferindo
Meu tímpano com sua gargalhada.
Eu vivo você o dia inteiro
Às vezes me enrosco no seu abraço
Você é minha musa, minha amada.
Mesmo quando puxa meu cabelo
Se envolve em meu pescoço, como laço,
Será sempre adorada.
Sei que vai crescer
Talvez não me procures mais
Terá vida independente
Mas para mim será
Sempre a doce pequenina
Minha criança contente.
Jose Luiz Paiva
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008
Amor
Eu vi você chegar
Se aninhar em meu peito
Tomar a forma e o jeito
De alguma coisa bonita
Dar valor às coisas tão simples
Colorir a própria vontade de viver
Fazer pequeninas coisas crescerem
Me deixar simplesmente feliz
Ouvir o canto dos pássaros
Num gemido qualquer
Mesmo que possa saber
Ser um gemido de dor
Também senti você partir
Deixar coisas tão lindas
Que muito marcam ainda
No meu peito, feito raiz.
Se aninhar em meu peito
Tomar a forma e o jeito
De alguma coisa bonita
Dar valor às coisas tão simples
Colorir a própria vontade de viver
Fazer pequeninas coisas crescerem
Me deixar simplesmente feliz
Ouvir o canto dos pássaros
Num gemido qualquer
Mesmo que possa saber
Ser um gemido de dor
Também senti você partir
Deixar coisas tão lindas
Que muito marcam ainda
No meu peito, feito raiz.
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