Como brilham os olhos de um homem
Orvalhado pela luta profunda
Reencontrando em seu ego escondido
Poder de ajuda a um ser igual
Oferecendo de si grande amor.
Destemido, como se valente fosse
Elevando uma luta tão sua.
Bravo companheiro que dá
Orgulhoso o seu mais profundo trabalho
Minorizando a dor de uma vítima.
Batalhador de justo sentimento
Em direção ao irmão acidentado.
Irrompendo o peito a certeza
Real, de estar no caminho certo
Objetivando um valor sagrado,
Seu caminho a Deus.
Alvos estes homens serão
De respeito e exemplo, pois
Amanhã seguirão seus passos
Muitos filhos, hoje pequeninos
Abençoados já, pelo destino.
Nascer de valorosos guerreiros
Tangidos do braço forte do berço
Inspirado na alegria do dever cumprido
Na sagrada missão de seus pais
Anti-heróis, apenas bravos homens.
Jose Luiz Paiva
domingo, 17 de fevereiro de 2008
sábado, 16 de fevereiro de 2008
União
Me da sua mão e vamos caminhar
Encostar nos ombros
As lágrimas choradas
Dos desencontros.
Colher a flor que alegra as roseiras
E colocar nos seus cabelos
Sentindo o perfume
Que se mistura com o seu corpo.
Selar em nossas bocas, juras
Que somente os beijos
Da paixão ardente
Podem exprimir.
E depois voltar com o olhar brilhante
Como se de repente
Tudo pudesse ter sido
Simplesmente...um passeio.
Jose Luiz Paiva
Encostar nos ombros
As lágrimas choradas
Dos desencontros.
Colher a flor que alegra as roseiras
E colocar nos seus cabelos
Sentindo o perfume
Que se mistura com o seu corpo.
Selar em nossas bocas, juras
Que somente os beijos
Da paixão ardente
Podem exprimir.
E depois voltar com o olhar brilhante
Como se de repente
Tudo pudesse ter sido
Simplesmente...um passeio.
Jose Luiz Paiva
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008
Parapeito
Da chuva lá fora
Que molha meu medo
O medo de fora
Na hora da chuva.
No canto da vida,
Da vida que canto
No frio da lágrima
Do rosto molhado.
Da palma da mão
Da mão esquecida
Que fecha direta
Na chuva lá fora.
Jose Luiz Paiva
Que molha meu medo
O medo de fora
Na hora da chuva.
No canto da vida,
Da vida que canto
No frio da lágrima
Do rosto molhado.
Da palma da mão
Da mão esquecida
Que fecha direta
Na chuva lá fora.
Jose Luiz Paiva
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008
Ato de transformação.
.
Do verde do medo
A gente se acanha
Se perde
E se entrega.
O grito do medo
Que abocanha
Se perde
Na entrega.
A gente se agita
No ato da transformação
Jose Luiz Paiva
Do verde do medo
A gente se acanha
Se perde
E se entrega.
O grito do medo
Que abocanha
Se perde
Na entrega.
A gente se agita
No ato da transformação
Jose Luiz Paiva
terça-feira, 12 de fevereiro de 2008
Morte
Talvez uma feliz passagem
Da qual a gente tem medo,
Mas sempre espera
Por essa feliz viagem
Que desvenda segredos
Do que se fez na terra.
Reencontro do que fizemos
Recuperação de pretensos erros
Desafio de poder encaminhar
O irmão para que o auxiliemos.
Insistentes apelos
Dos que vivem e só fazem chorar
Ferida profunda marcando
Que nos amou profundamente
E que se perde dentre as lembranças
De quem a gente vive se escondendo
Mas abe que frente a frente
Será sempre vida eterna.
Jose Luiz Paiva
Da qual a gente tem medo,
Mas sempre espera
Por essa feliz viagem
Que desvenda segredos
Do que se fez na terra.
Reencontro do que fizemos
Recuperação de pretensos erros
Desafio de poder encaminhar
O irmão para que o auxiliemos.
Insistentes apelos
Dos que vivem e só fazem chorar
Ferida profunda marcando
Que nos amou profundamente
E que se perde dentre as lembranças
De quem a gente vive se escondendo
Mas abe que frente a frente
Será sempre vida eterna.
Jose Luiz Paiva
sábado, 9 de fevereiro de 2008
Mal Casada
Borboleta negra, livre
Pára...olha...vive,
Transporta toda nua
O dom de bem viver.
De repente, na rede crua,
Presa...chora...morre.
Brilha a luz que te deram,
Não é a tua luz!
A paz em que vives, sem paz
Olha...vê e não tem
Em todo o tempo,
O tempo de viver.
Toma tua luz,
Tira da tua capa
O néctar que seca
O movimento...e vai,
Viva, borboleta negra,
Livre!
Jose Luiz Paiva
Pára...olha...vive,
Transporta toda nua
O dom de bem viver.
De repente, na rede crua,
Presa...chora...morre.
Brilha a luz que te deram,
Não é a tua luz!
A paz em que vives, sem paz
Olha...vê e não tem
Em todo o tempo,
O tempo de viver.
Toma tua luz,
Tira da tua capa
O néctar que seca
O movimento...e vai,
Viva, borboleta negra,
Livre!
Jose Luiz Paiva
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008
O Dono da terra.
O Dono da terra.
Um grito de guerra do forte nasceu
Como um trovão que se impõe na tempestade
Para tingir a vitória,
No combate em que até hoje teu povo viveu.
Tiram o chão não te deixam trabalhar
Matam teus filhos, te expulsam...
Não querem que eles vivam
Para na terra produtiva plantar.
Esses grandes latifundiários, com tanta terra
Que não sabem o tamanho de seu pertence
E quando falam em reforma....não convence
Tentando justificar, provocam a guerra.
O lavrador humilhado se arma e ataca
Invade fazendas, se instala com a família
Ergue seus barracos, se enquadrilham
Para poder enfrentar a velhaca.
O doce do chão produtivo vai crescendo
Dando sustento para tanta gente
E parece que de agora em diante
De fome na se vai mais perecendo
De noite vem toda a capangada do fazendeiro,
esse ganancioso,
Dando tiro para todo lado
E botando fogo em toda palhada
Morre o pobre trabalhador, como herói
Que só queria um pedaço de chão para plantar
Não queria ser dono...apenas trabalhar
Para matar a fome que aos filhos corrói
Vai crescendo o povo da roça, abandonado,
Sair para os grandes centros....É destino
Sair do cabo da enxada
Para dar mão de obra em prédio eriçado
Luta meu povo, põe para fora tua ira
Mostra que você é dono de tudo
Endureça a luta, de o entrudo
Fecha o punho e, como bravo, se atira
Não deixa teu sangue manchar o chão
Nem deixe que te pisem ou maltratem
Pois um povo trabalhador não se abate
Pra que sua luta não seja em vão.
Jose Luiz Paiva
Um grito de guerra do forte nasceu
Como um trovão que se impõe na tempestade
Para tingir a vitória,
No combate em que até hoje teu povo viveu.
Tiram o chão não te deixam trabalhar
Matam teus filhos, te expulsam...
Não querem que eles vivam
Para na terra produtiva plantar.
Esses grandes latifundiários, com tanta terra
Que não sabem o tamanho de seu pertence
E quando falam em reforma....não convence
Tentando justificar, provocam a guerra.
O lavrador humilhado se arma e ataca
Invade fazendas, se instala com a família
Ergue seus barracos, se enquadrilham
Para poder enfrentar a velhaca.
O doce do chão produtivo vai crescendo
Dando sustento para tanta gente
E parece que de agora em diante
De fome na se vai mais perecendo
De noite vem toda a capangada do fazendeiro,
esse ganancioso,
Dando tiro para todo lado
E botando fogo em toda palhada
Morre o pobre trabalhador, como herói
Que só queria um pedaço de chão para plantar
Não queria ser dono...apenas trabalhar
Para matar a fome que aos filhos corrói
Vai crescendo o povo da roça, abandonado,
Sair para os grandes centros....É destino
Sair do cabo da enxada
Para dar mão de obra em prédio eriçado
Luta meu povo, põe para fora tua ira
Mostra que você é dono de tudo
Endureça a luta, de o entrudo
Fecha o punho e, como bravo, se atira
Não deixa teu sangue manchar o chão
Nem deixe que te pisem ou maltratem
Pois um povo trabalhador não se abate
Pra que sua luta não seja em vão.
Jose Luiz Paiva
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